Momu | Cia Ceb de Teatro

Momu


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O MOMU (Mostra Lítero-Musical) é um sarau criado para nos inebriar de cor, brilho, dança, poesias, tudo em verso e prosa… em um misto de criatividade e boa música!

Esta relação complexa entre texto e música, entre melodia e dança, sempre fascinaram e motivaram nossas vidas, que desde muito tempo, contribuem e enriquecem o processo educacional de nossa Companhia.

II Momu – Canta e Conta Vinícius

“Teatro em música e versos – Mostra divulga a obra de Vinícius de Moraes”
Espetáculo brinca com as canções e poemas do “branco mais preto do Brasil”. Se vivo estivesse, Vinícius faria 100 anos

Um sol amarelo, um castelo e o mundo. A tinta no papel revela o universo da produção artística de Vinícius de Moraes.

A Mostra é um convite a rir e a chorar, assim como a obra do poetinha. Tudo prende a atenção: cenário, luz e composição. No hall de entrada, um biombo com desenhos encaminha o espectador por uma viagem de cores. Impossível não associar as imagens à letra de “Aquarela”, uma parceria entre Vinícius e Toquinho.

No palco, um encontro do homem consigo mesmo. Vinícius e sua pluralidade: diplomata, poeta, contista, artista. De repente, o “Soneto de Separação”. Presente na saudade, o “Soneto do Amor Total”. Infinito enquanto dura, o “Soneto de Fidelidade”.

As canções Rosa de Hiroshima, Chega de Saudade, Samba da Bênção, Tarde em Itapuã também fazem parte do repertório. Com as cordas de um violão, flauta e percussão, os músicos acompanham as diversas vozes, em momentos de melancolia ou numa pegada de samba e saudade. A vontade que dá é de levantar e sair dançando.

As cadeiras no cenário mudavam de lugar conforme as transformações aconteciam na vida de Vinícius. Muitos lugares, muitas mulheres, muitas sensações. Destaque para o Calçadão de Ipanema, que ganha movimento com a dança. O balançado da “Garota de Ipanema”, que é mais que um poema, fez a plateia se encher de graça.

A declaração “Eu sei que vou te amar” deixa engasgado o choro por uma ausência: de alguém que partiu ou de alguém que ainda não chegou. Num instante, o encerramento retoma o início. “Aquarela” finaliza a apresentação na esperança de ali, logo em frente, o futuro encontrar.”

Por Alda Queiroz para Do Minuto, disponível em: http://bit.ly/1bIf8Jc


I Momu – Tropicália

Houve um tempo em que jovens de todo o mundo se uniram em torno de uma bandeira! Paz e amor!

Eles despentearam os cabelos, vestiram roupas coloridas, abriram bem os olhos e gritaram NÃO!

Não às guerras, não à violência. Não a todos os modos autoritários de conduzir a vida.

Eles ligaram o planeta na tomada com suas guitarras. Acreditaram na juventude e seguiram o caminho do bom humor, da irreverência, da liberdade, unidos por uma incontrolável vontade de mudar.

Aqueles garotos, de pouco mais de 20 anos foram presos, perseguidos, criticados. Pouca gente entendeu que só queriam ser modernos. 40 anos atrás eles já tinham um compromisso com o futuro!




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